sexta-feira, 1 de abril de 2011
É por aqui
A vida é assim: esquenta e esfria, aperta, daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem. Guimarães Rosa
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Balanço de Janeiro
Nunca sabemos o que aprendemos com cada página atravessada pela sua luz - a luz de Inverno, a luz do final do ano. Só mais tarde nos damos conta (quando a idade se junta à idade, e os livros aos livros) de que essa contabilidade nos aproximou do perigo e nos mostrou os caminhos inclinados sobre o mar. Fomos mais felizes? Trouxemos a felicidade a alguém? Juntamos o nosso balanço ao balanço do ano que passou. Livros, recordações, misericórdia, ervas que cresceram nos bosques, palavras que não dissemos. E a luz do Inverno, naturalmente. LER nº 98
Aberto para balanço? :)
Aberto para balanço? :)
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Grandes coisas
Sempre esperámos grandes coisas da literatura. Esperámos pássaros pendurados das árvores, caminhos que não levam a nenhum lugar, livros que acentuavam o desespero que havia em nós, ou só a alegria, a tristeza, o pão de cada dia, o ruído dos navios no alto mar, a passagem de uma motorizada a meio da noite. Sempre esperámos grandes coisas da literatura - uma palavra que ficasse, uma floresta que abrisse clareiras, uma pequena memória no meio do que já não tem memória nem está preparado para ela. Sempre esperámos grandes coisas da literatura. Esperámos os livros, de acordo com a mesada - quando éramos adolescentes. De acordo com o calendário e as necessidades - quando ficámos adultos e guardámos um resto de inocência. Sempre esperámos grandes coisas da literatura.
LER nº 95
Sempre espero... no plural :)
LER nº 95
Sempre espero... no plural :)
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
O banal instante
A vida modifica-se rapidamente.
A vida modifica-se num instante.
Sentamo-nos para jantar e a vida, como a conhecemos, acaba.
No espaço de tempo de uma pulsação.
Ou na sua ausência.
A dor da perda, quando chega, não é como esperamos que seja.
Leia-se, aprenda-se, trabalhe-se, recorra-se à literatura.
Estás salva. Estou aqui. Está tudo bem.
«Amo-te mais do que um dia mais»
«No fim, ficamos todos empatados»
Joan Didion
A vida modifica-se num instante.
Sentamo-nos para jantar e a vida, como a conhecemos, acaba.
No espaço de tempo de uma pulsação.
Ou na sua ausência.
A dor da perda, quando chega, não é como esperamos que seja.
Leia-se, aprenda-se, trabalhe-se, recorra-se à literatura.
Estás salva. Estou aqui. Está tudo bem.
«Amo-te mais do que um dia mais»
«No fim, ficamos todos empatados»
Joan Didion
sábado, 18 de setembro de 2010
Teresa e Bernardo
Só um do outro e os dois de Deus
Desde Colónia até ao altar em Gandarela
O vosso amor, a vossa alegria, a vossa fidelidade
A nossa amizade, a nossa alegria, a nossa oração
Bendiz ao Senhor teu Deus pela boa terra que te deu
Bendizemos pelos dois :)
Desde Colónia até ao altar em Gandarela
O vosso amor, a vossa alegria, a vossa fidelidade
A nossa amizade, a nossa alegria, a nossa oração
Bendiz ao Senhor teu Deus pela boa terra que te deu
Bendizemos pelos dois :)
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