É um livro preto - na capa e no romance
É o último de O Reino (tetralogia) e o primeiro que li do Gonçalo M. Tavares
Os elogios na contra-capa prometiam um autor sublime
A posição no mundo de Lenz Buchmann começa - literalmente - com a crueldade
Sucedem-se capítulos - de leitura voraz - com títulos tão extraordinários como:
A competência não se define com o coração
Por que razão coisas tão próximas não conseguem falar?
O alfabeto como forma de achatar o mundo
Nem sempre um surdo-mudo é amável
A harmonia não é possível mas podemos tentar
De sucessivas inundações discretas se afogará o mundo
De que metal são feitas as mãos?
A compaixão é eterna. A esmola não
São trezentas e muitas páginas em 3 partes - força, doença, morte - e um epílogo de luz
Eu disse que era um livro preto... e excepcional :)
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário