Treinar para o Céu :)
Praticar o bom entendimento, dedicar-se à paz, exercitar a caridade, experimentar a alegria de fazer o bem do outro, ensaiar a confiança, esforçar-se pelos quases, descansar na certeza de ser amado...
Sem programa definido ou horário a cumprir, sem leis nem filosofias...
Exigente? Mas consta que liberta...
Boas férias :)
segunda-feira, 23 de julho de 2007
domingo, 15 de julho de 2007
Rua do Campanudo, 13
Fica aos pés do mar de Lavra...
Em noites de Verão, mesmo com uma brisa inesperada a fazer apetecer agasalhos de Inverno, as mesas não desocupam ao ritmo da sofreguidão de quem (muito) espera
As mesas com toalhas de papel branco, logo besuntadamente decoradas por quem petisca com os dedos todos :)
Mãos cegamente solícitas a descascar camarão, cerveja em canecas de piratas das caraíbas, a delícia da broa no molho da travessa, o peixe enterrado em sal a ressuscitar no prato (!)
As palavras e os risos (mesmo roucos) a celebrar simplesmente a amizade à mesa :)... sob um céu onde faltavam estrelas - estariam todas em nós? - e muito perto do cemitério de areia dos barcos ...
Como diria alguém que eu conheço: "Ele há piquenas maravilhas fantásticas!" :)
Em noites de Verão, mesmo com uma brisa inesperada a fazer apetecer agasalhos de Inverno, as mesas não desocupam ao ritmo da sofreguidão de quem (muito) espera
As mesas com toalhas de papel branco, logo besuntadamente decoradas por quem petisca com os dedos todos :)
Mãos cegamente solícitas a descascar camarão, cerveja em canecas de piratas das caraíbas, a delícia da broa no molho da travessa, o peixe enterrado em sal a ressuscitar no prato (!)
As palavras e os risos (mesmo roucos) a celebrar simplesmente a amizade à mesa :)... sob um céu onde faltavam estrelas - estariam todas em nós? - e muito perto do cemitério de areia dos barcos ...
Como diria alguém que eu conheço: "Ele há piquenas maravilhas fantásticas!" :)
Ode à diferença
"Felizmente.
Somos todos diferentes. Temos todos
o nosso espaço próprio de coisinhas
próprias, como narizes e manias,
bocas, sonhos, olhos que vêem céus
em daltonismos próprios. Felizmente.
Se não o mundo era uma bola enorme
de sabão e nós todos lá dentro
a borbulhar, todos iguais em sopro:
pequenas explosões de crateras iguais.
Assim e felizmente somos todos diferentes."
(Ana Luísa Amaral)
Por que é que a diferença não há-de ser lírica e daltónica?
«Por que é que uma tigela não há-de ser poetizável como o amor e a morte?»
Assim e felizmente somos todos amados :)
Somos todos diferentes. Temos todos
o nosso espaço próprio de coisinhas
próprias, como narizes e manias,
bocas, sonhos, olhos que vêem céus
em daltonismos próprios. Felizmente.
Se não o mundo era uma bola enorme
de sabão e nós todos lá dentro
a borbulhar, todos iguais em sopro:
pequenas explosões de crateras iguais.
Assim e felizmente somos todos diferentes."
(Ana Luísa Amaral)
Por que é que a diferença não há-de ser lírica e daltónica?
«Por que é que uma tigela não há-de ser poetizável como o amor e a morte?»
Assim e felizmente somos todos amados :)
sexta-feira, 13 de julho de 2007
segunda-feira, 9 de julho de 2007
Plim ou a alegria sem mas
Plim... o pormenor insignificante que, pela orquestração perfeita - tão absolutamente completa que parece perfeitamente dispensável - promove os outros 71 e tudo transforma
A alegria coordenativa - que deseja mais e aspira a melhor - em contraponto à adversativa - inevitavelmente agarrada a um mas sempre insatisfeito
A alegria que trabalha e leva a paz...e que vive alegre - mesmo estando triste - por estar no coração de Deus
O TPC óbvio: fazer plims de alegria :)
A alegria coordenativa - que deseja mais e aspira a melhor - em contraponto à adversativa - inevitavelmente agarrada a um mas sempre insatisfeito
A alegria que trabalha e leva a paz...e que vive alegre - mesmo estando triste - por estar no coração de Deus
O TPC óbvio: fazer plims de alegria :)
Deus Mãe
A propósito da maternidade de Deus... ontem em Isaías (66, 10-14)
"Por instantes, as mães deixam totalmente de amar os filhos. Impacientes, esgotadas ou desiludidas, abandonam o amor por um segundo para o retomarem no segundo seguinte, como quem transpõe, com uma passada viva, um abismo que não tivesse visto. Somos nós a causa de um tal desamor por parte de Deus: extenuado, largou-nos na nossa noite durante um segundo que parece durar séculos. Só nos resta esperar o segundo seguinte em que novamente nos segurará." (Christian Bobin in Ressuscitar)
É verdade que as mães também se cansam, que o amor também se cansa...
E que cada instante de desamor parece um abismo
Só nos resta confiar que Deus é a mãe mais antiga do mundo :)
"Por instantes, as mães deixam totalmente de amar os filhos. Impacientes, esgotadas ou desiludidas, abandonam o amor por um segundo para o retomarem no segundo seguinte, como quem transpõe, com uma passada viva, um abismo que não tivesse visto. Somos nós a causa de um tal desamor por parte de Deus: extenuado, largou-nos na nossa noite durante um segundo que parece durar séculos. Só nos resta esperar o segundo seguinte em que novamente nos segurará." (Christian Bobin in Ressuscitar)
É verdade que as mães também se cansam, que o amor também se cansa...
E que cada instante de desamor parece um abismo
Só nos resta confiar que Deus é a mãe mais antiga do mundo :)
domingo, 8 de julho de 2007
Aturar ranho
Urgência de pediatria...qualquer semelhança entre a suposta urgência e a realidade é (quase) pura ficção!
Toneladas de paciência para enfrentar o ABC das criancinhas... Ansiedade dos pais, Birras dos miúdos, Choro... em todas as versões possíveis... e às vezes de ambos!, Desespero... nosso, para conseguir examinar as criancinhas em condições, Educação... tentar por um lado, transmitir algumas noções e atitudes básicas relativamente a problemas banais e, por outro lado, explicar o que deve preocupar e merece cuidado urgente... uma longa, cansativa, tantas vezes frustrante batalha!
Enfim... aturar ranho, vómitos e diarreia, rabinhos vermelhos e eu sei lá, distribuir ben-u-ron e brufen em copinho ou seringa (conforme os mililitros) e miltina às colheradas, nebulizar alguns brônquios encolhidos... com uma vontade imensa de oxigenar outras cabeças pouco expandidas(!), curar dores de barriga com cócegas ou outros sintomas com a magia da atenção :)
Tudo isto tentando respeitar o outro ABC...e mantendo o sorriso que todas as crianças - doentes ou nem por isso - merecem!
Toneladas de paciência para enfrentar o ABC das criancinhas... Ansiedade dos pais, Birras dos miúdos, Choro... em todas as versões possíveis... e às vezes de ambos!, Desespero... nosso, para conseguir examinar as criancinhas em condições, Educação... tentar por um lado, transmitir algumas noções e atitudes básicas relativamente a problemas banais e, por outro lado, explicar o que deve preocupar e merece cuidado urgente... uma longa, cansativa, tantas vezes frustrante batalha!
Enfim... aturar ranho, vómitos e diarreia, rabinhos vermelhos e eu sei lá, distribuir ben-u-ron e brufen em copinho ou seringa (conforme os mililitros) e miltina às colheradas, nebulizar alguns brônquios encolhidos... com uma vontade imensa de oxigenar outras cabeças pouco expandidas(!), curar dores de barriga com cócegas ou outros sintomas com a magia da atenção :)
Tudo isto tentando respeitar o outro ABC...e mantendo o sorriso que todas as crianças - doentes ou nem por isso - merecem!
terça-feira, 3 de julho de 2007
À Tomé...
Não deixa de ser engraçado celebrar São Tomé numa capela embaciada...
e que a sua incredulidade - ou necessidade de credibilidade sensível - sirva para desembaciar espíritos mais habituados a ver e a tocar para acreditar...
cientificidade da fé?
pragmatismo esterilmente beato?
espiritualidade poeticamente utópica?
Talvez uma fé - do céu à terra - que seja "garantia das coisas que se esperam e certeza daquelas que não se vêem"
Que a nossa vida - mais-ou-menos tocada por dentro - saiba reconhecer "Meu Senhor e meu Deus!"
E já agora, que não deixe de haver camisolas - claramente cinzentas - com tons de verde, azul, castanho... cada cor a seu Tomé :)
e que a sua incredulidade - ou necessidade de credibilidade sensível - sirva para desembaciar espíritos mais habituados a ver e a tocar para acreditar...
cientificidade da fé?
pragmatismo esterilmente beato?
espiritualidade poeticamente utópica?
Talvez uma fé - do céu à terra - que seja "garantia das coisas que se esperam e certeza daquelas que não se vêem"
Que a nossa vida - mais-ou-menos tocada por dentro - saiba reconhecer "Meu Senhor e meu Deus!"
E já agora, que não deixe de haver camisolas - claramente cinzentas - com tons de verde, azul, castanho... cada cor a seu Tomé :)
Fragmentos... de luz
Tenho mais-ou-menos a mania de guardar em cadernos fragmentos de textos que me tocaram ou que de algum modo quis que permanecessem comigo...
E de vez em quando, ao relê-los... são de uma claridade absoluta :)
Como aconteceu hoje, com este pedaço de luz:
"Quando, bastante imprudentemente, falo de Deus, falo apenas deste lado da vida em que estou, e mais precisamente de uma parte desta vida, que está abandonada e se assemelha a uma arrecadação de ferramentas ao fundo de um jardim. Deus não se deixa ficar na casa do senhor. Abriga-se nessa cabana feita de tábuas suficientemente mal ajustadas para que uma réstia de luz aí se possa infiltrar. Embora não saiba nada dele, é-me impossível fazer como se não tivesse nada a ver com os nossos dias mais banais. Esses dias são como livros e esses livros são escritos por ele: rosto, dor e bondade são as páginas mais ricamente iluminadas, tal como roseira, pardal e primavera. Não sei o que mais impede os homens de ler: se a avidez, se a falta de atenção. A avidez nasce da sua falta de atenção. Quando olhamos apressadamente para uma coisa bela - e todas as coisas vivas são belas porque trazem em si o segredo do seu próximo desaparecimento - apetece-nos guardá-la para nós. Quando a contemplamos com o vagar que merece, que requer e que, por um instante, a protege do seu fim, então ilumina-se e já não temos vontade de a possuir: a gratidão é o único sentimento que responde a essa luz que entra em nós..." (Christian Bobin in Ressuscitar)
É bem verdade que a nossa vida fala continuamente e imperfeitamente de Deus...
e que a avidez e a falta de atenção nos impedem tantas vezes de O lermos em tudo o que vive...
e que é o sermos genuinamente gratos que nos torna transparentes - à luz que entra...mas não fica guardada em nós :)
E de vez em quando, ao relê-los... são de uma claridade absoluta :)
Como aconteceu hoje, com este pedaço de luz:
"Quando, bastante imprudentemente, falo de Deus, falo apenas deste lado da vida em que estou, e mais precisamente de uma parte desta vida, que está abandonada e se assemelha a uma arrecadação de ferramentas ao fundo de um jardim. Deus não se deixa ficar na casa do senhor. Abriga-se nessa cabana feita de tábuas suficientemente mal ajustadas para que uma réstia de luz aí se possa infiltrar. Embora não saiba nada dele, é-me impossível fazer como se não tivesse nada a ver com os nossos dias mais banais. Esses dias são como livros e esses livros são escritos por ele: rosto, dor e bondade são as páginas mais ricamente iluminadas, tal como roseira, pardal e primavera. Não sei o que mais impede os homens de ler: se a avidez, se a falta de atenção. A avidez nasce da sua falta de atenção. Quando olhamos apressadamente para uma coisa bela - e todas as coisas vivas são belas porque trazem em si o segredo do seu próximo desaparecimento - apetece-nos guardá-la para nós. Quando a contemplamos com o vagar que merece, que requer e que, por um instante, a protege do seu fim, então ilumina-se e já não temos vontade de a possuir: a gratidão é o único sentimento que responde a essa luz que entra em nós..." (Christian Bobin in Ressuscitar)
É bem verdade que a nossa vida fala continuamente e imperfeitamente de Deus...
e que a avidez e a falta de atenção nos impedem tantas vezes de O lermos em tudo o que vive...
e que é o sermos genuinamente gratos que nos torna transparentes - à luz que entra...mas não fica guardada em nós :)
segunda-feira, 2 de julho de 2007
Da magnólia entre nós
Chama-se Dos líquidos e foi escrito pelo Daniel Faria, que viveu 28 anos "a respirar como um clarão"
Abre assim:
«Há homens a abrir as mãos como livros»
E 117 poemas depois, termina com esta promessa de magnólia:
"Prometo-te a palma da minha mão para a escrita.
Cerca-a de magnólias, cerca-me. Podes fechar a escrita
No interior da mão ou na boca dos livros
Podes esquecê-la ou libertá-la dos mil botões
Que ela sopra no interior dos homens.
Podes mandá-la àqueles que mais amas
Ou como pétalas e mensagens nas anilhas das aves
Aos teus próprios inimigos.
Podes desarmá-la para propagares as chamas.
Dou-te, como desde sempre, o poder
De escreveres na pele da minha mão
As promessas que te fiz. Sabes que existo
E que vou repetir-te todas as coisas outra vez.
As estações, por exemplo - não sou o único que o digo -,
Não rodam à maneira dos carroséis no largo. No Outono
A magnólia é pensativa como o homem
Que te olha por detrás da janela onde te escrevo.
No Inverno os vidros vão embaciando - aproxima
A tua mão da paisagem que resta
Como se fora o lado do verbo que encarnou. Repara
No banco de pedra - ele está
Sobre ti.
Tu és a criança sentada
Que olha para o céu. Há um tesouro
No céu - um coração novo. Reconheces
A magnólia estelar? O interstício solar
Da pupila celeste? Ela está sobre ti
E contempla - é verdade que é pelas lágrimas
Que começam as visões.
Sim. Agora posso explicar-te o mistério das águas.
Debruça-te como ele quando escreveu no chão
Irás entender - elas jorram das palavras."
Além de lindíssimo, é puro evangelho em verso :)
Abre assim:
«Há homens a abrir as mãos como livros»
E 117 poemas depois, termina com esta promessa de magnólia:
"Prometo-te a palma da minha mão para a escrita.
Cerca-a de magnólias, cerca-me. Podes fechar a escrita
No interior da mão ou na boca dos livros
Podes esquecê-la ou libertá-la dos mil botões
Que ela sopra no interior dos homens.
Podes mandá-la àqueles que mais amas
Ou como pétalas e mensagens nas anilhas das aves
Aos teus próprios inimigos.
Podes desarmá-la para propagares as chamas.
Dou-te, como desde sempre, o poder
De escreveres na pele da minha mão
As promessas que te fiz. Sabes que existo
E que vou repetir-te todas as coisas outra vez.
As estações, por exemplo - não sou o único que o digo -,
Não rodam à maneira dos carroséis no largo. No Outono
A magnólia é pensativa como o homem
Que te olha por detrás da janela onde te escrevo.
No Inverno os vidros vão embaciando - aproxima
A tua mão da paisagem que resta
Como se fora o lado do verbo que encarnou. Repara
No banco de pedra - ele está
Sobre ti.
Tu és a criança sentada
Que olha para o céu. Há um tesouro
No céu - um coração novo. Reconheces
A magnólia estelar? O interstício solar
Da pupila celeste? Ela está sobre ti
E contempla - é verdade que é pelas lágrimas
Que começam as visões.
Sim. Agora posso explicar-te o mistério das águas.
Debruça-te como ele quando escreveu no chão
Irás entender - elas jorram das palavras."
Além de lindíssimo, é puro evangelho em verso :)
Pitões das Júnias
Chegar...
Seguir para o pequeno mosteiro de Santa Maria das Júnias, transportado de volta à memória do tempo em que os primeiros monges ali viveram, trabalharam e rezaram...
Num fim de tarde de (pouco) Verão, no aconchego milenar das pedras do mosteiro, as vozes do Coro Anima Mea em diálogo com a natureza...
Regressar a casa, empurrados pelo nevoeiro a avançar e a fazer apetecer lareira :)
Família em volta das brasas - promessa de carne suculenta para o jantar...
Primos aninhados no sofá, mantas e bolachas, a inês metida no saco-cama cor-de-rosa pelo meio... até adormecer... em escadinha!
Domingo... alvorada às 7 e tal! espera-nos a capelinha de São João da Fraga - aquele ponto branco que se avista no cimo do monte - prontos? De polar - o nevoeiro insiste em não arredar pé - e mochila às costas... peregrinámos monte acima, com uns hesitantes raios de sol e o esforço da caminhada a fazer-nos despir agasalhos sucessivos...
Chegámos :)... 10h e pouco, tempo ainda para contemplar e agradecer, enquanto esperamos pelo padre!
Missa - aquele que ama o verdadeiro Deus é verdadeiramente homem - com cantares de aldeia, foguetes e chuviscos... e grande consolação :)
Romaria de regresso, o povo a descer o monte com destreza cabrita e o Santo ao colo!
Uma boleia mesmo a calhar - chuva e cansaço - na subida final para a aldeia...
Sopa e alheira, na Dona Maria, para aconchegar os estômagos peregrinos!
Malas feitas... regressar! (é sempre a parte que custa mais)
Seguir para o pequeno mosteiro de Santa Maria das Júnias, transportado de volta à memória do tempo em que os primeiros monges ali viveram, trabalharam e rezaram...
Num fim de tarde de (pouco) Verão, no aconchego milenar das pedras do mosteiro, as vozes do Coro Anima Mea em diálogo com a natureza...
Regressar a casa, empurrados pelo nevoeiro a avançar e a fazer apetecer lareira :)
Família em volta das brasas - promessa de carne suculenta para o jantar...
Primos aninhados no sofá, mantas e bolachas, a inês metida no saco-cama cor-de-rosa pelo meio... até adormecer... em escadinha!
Domingo... alvorada às 7 e tal! espera-nos a capelinha de São João da Fraga - aquele ponto branco que se avista no cimo do monte - prontos? De polar - o nevoeiro insiste em não arredar pé - e mochila às costas... peregrinámos monte acima, com uns hesitantes raios de sol e o esforço da caminhada a fazer-nos despir agasalhos sucessivos...
Chegámos :)... 10h e pouco, tempo ainda para contemplar e agradecer, enquanto esperamos pelo padre!
Missa - aquele que ama o verdadeiro Deus é verdadeiramente homem - com cantares de aldeia, foguetes e chuviscos... e grande consolação :)
Romaria de regresso, o povo a descer o monte com destreza cabrita e o Santo ao colo!
Uma boleia mesmo a calhar - chuva e cansaço - na subida final para a aldeia...
Sopa e alheira, na Dona Maria, para aconchegar os estômagos peregrinos!
Malas feitas... regressar! (é sempre a parte que custa mais)
Subscrever:
Comentários (Atom)
