Não deixa de ser engraçado celebrar São Tomé numa capela embaciada...
e que a sua incredulidade - ou necessidade de credibilidade sensível - sirva para desembaciar espíritos mais habituados a ver e a tocar para acreditar...
cientificidade da fé?
pragmatismo esterilmente beato?
espiritualidade poeticamente utópica?
Talvez uma fé - do céu à terra - que seja "garantia das coisas que se esperam e certeza daquelas que não se vêem"
Que a nossa vida - mais-ou-menos tocada por dentro - saiba reconhecer "Meu Senhor e meu Deus!"
E já agora, que não deixe de haver camisolas - claramente cinzentas - com tons de verde, azul, castanho... cada cor a seu Tomé :)
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