Chamo-te Maria ou Pássaro Azul
e dou-te este poema solitário
numa noite de origens e de rosas.
O teu cabelo é paisagem verde
os teus olhos são a luz do mundo
o teu rosto é a minha saudade.
A escuridão é abundante dos que sofrem
e como tu
ninguém tem o coração mais dentro do peito
a sofrer
a sofrer por nós
que somos teus irmãos.
victor figueiredo, 9 anos

De um livro que é um tesouro de textos de crianças que estavam livres para se darem e para serem poesia
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